Dentro e fora do campo.
Fora começa impor o respeito que o Palmeiras merece, dentro o time já dá mostras de evolução.
No derby, contrariando o que vem pregando – time com volantes habilidosos que saem com a bola – usou seu esquema mais tradicional: luta pela posse da bola e lançamentos aos dois atacantes enfiados, como nos bons tempos dos anos 90.
Usando o esquema novo dominou o Botafogo; no Derby no tradicional, depois de começo indeciso, aniquilou taticamente o adversário e só não venceu porque o árbitro era o P.C. de Oliveira, e nesse caso nem Felipão, Valdivia, Evair e mais uns 4 ou 5 reforços desse nível fariam o time vencer.
Kleber, Edinho, Márcio Araujo – surpeendentemente bem como ala esquerdo - e Lincoln, enquanto aguentou foram os destaques. Deola pouco empenhado saiu-se bem; Mauricio e Danilo: firmes, e Vitor começa a jogar como nos bons tempos do Goiás. Armero alternando como sempre e Pierre mostrando que começa perder o lugar. Tinga é abusado e isso é bom, Patrik pegou pouco na bola, mas foi bem no lance final;
Para Ewerton uma reflexão: “ah! se tivesse a inteligência do Evair”



