A matéria no recorte anexo remete à situação do Palmeiras na década de 80. Vejam que os problemas eram os mesmos de hoje: perpetuação de conselheiros e diretores, estatuto ditatorial, colonização do clube, desagregação, clima de guerra, péssimos resultados, administrações erradas, dívidas, etc.
“No Palmeiras a mentalidade é pequena e sempre vão perder para os dirigentes que estão vivendo os tempos de hoje. É a lei da vida.” Conselheiro Sérgio Pelegrini
O que mudou nesses quase 30 anos? Tivemos uma gestão profissional de futebol, entre 1992 e 2000, que encobriu essas falhas históricas da SEP. Eles continuaram administrando o clube no período, e ao fim da co-gestão com a Parmalat, ficou evidente sua completa incapacidade de administrar um clube de futebol moderno e vitorioso. Os mesmos da década de 80 estão até hoje atormentando o torcedor Palmeirense.
A história nos mostra que não dá mais para sermos administrados assim. O Palmeiras deve ser gerido por grandes executivos, que tenham a capacidade e dinamismo que o grande negócio “futebol” exige. Empreendedorismo, liderança, visão de marketing, relacionamento e conhecimento do negócio.
Diretas Já! E sem conselho gestor. O associado e torcedor Palmeirense tem o direito de escolher seu comandante, sem os vícios políticos do arcaico conselho vitalício da Sociedade Esportiva Palmeiras.
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